Dicas Los Roques

Los Roques: 42 ilhotas e 300 bancos de areia cercados de águas cristalinas | foto: Ricardo Viana

 

 

Com apenas 40 km², o pequeno arquipélago Los Roques, na Venezuela, é grandioso em beleza. São 42 ilhotas e 300 bancos de areia cercados de águas cristalinas e muitos recifes de corais. Confira um roteiro com dicas de como curtir esse pedacinho de paraíso no Caribe.

 

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01. Voo de Caracas

Não há opções de voos para Los Roques de outras capitais. Você terá que sair da capital venezuelana, Caracas. O voo Caracas-Los Roques dura apenas 15 minutos. Antes de deixar o aeroporto há uma taxa de embarque local, por volta de U$ 6.

02. Aeroporto em Caracas

No aeroporto, cuidado com os cambistas. Além do assédio exagerado, infelizmente é comum o golpe de, ao fazerem câmbio com turistas, “devolverem” uma nota com algum defeito (e falsa), alegando que foi dada pelo próprio turista.

03. Aeroporto em Los Roques

Ao desembarcar do avião em Gran Roque, a principal ilha, é preciso pagar uma taxa de preservação (já que a ilha faz parte do Parque Nacional). O preço é um pouco salgado: aproximadamente U$ 30. Ninguém nos avisou sobre isso em Caracas.

Dicas Los Roques

Aeroporto de Los Roques, na ilha Gran Roque | foto: Ricardo Viana

04. Dinheiro em Los Roques

Para maior tranquilidade, leve dinheiro para não precisar sacar lá. Afinal, há apenas um único caixa eletrônico em todo o arquipélago e, se der problema, sua viagem pode acabar.

05. Infraestrutura

As ruas são todas de areia e as casas e pousadas são simples, quase todas sem água quente. Aliás, a água é bem racionada, por já ter havido problemas de abastecimento. Na ilha, o único meio de transporte é um caminhão que recolhe o lixo.

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Vila em Gran Roque, a ilha principal do arquipélago de Los Roques | foto: Ricardo Viana

06. Hospedagem

Hospedamo-nos na Pousada La Laguna, com quartos limpos, ar condicionado e bom café da manhã: pãezinhos, torradinhas, panquecas e bolo (variando conforme o dia), frutas, suco, café, leite, manteiga, mel e geléia. O valor da diária para casal, na alta temporada, é de U$ 100. Na baixa temporada, pelo mesmo preço, o jantar também está incluso. Indicamos também a Pousada Los Corales. E, para quem estiver mais disposto a pagar por mais conforto e luxo, a Pousada Natura Viva. De qualquer forma, não faltam opções, das mais econômicas às mais caras.

07. Caminhando pela cidade

Do cais do pequeno porto, partem os passeios para as demais ilhas. Ali perto, há uma loja que aluga snorkel e nadadeiras para mergulho e um bom café-restaurante: Aquarena. À noite, é um ótimo local para tomar vinho. Cadeiras e pufs são dispostos na areia, de frente para o mar.

08. Cayo de Agua

Começamos por Cayo de Agua. É a ilha mais distante, com visita permitida. Até lá, é 1 hora de barco. O passeio custa U$ 30, com guarda-sol e cadeiras incluídas. Aliás, sem estes acessórios não é possível permanecer no local. O sol é intenso e não há sombra em lugar algum. A boa notícia é que, usualmente, os hotéis cedem aos seus hóspedes caixas de isopor para levar os alimentos e bebidas.

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Cayo de Agua. Uma das belas praias do caribe venezuelano | foto: Ricardo Viana

 

09. Dos Mosquises e Sarquí

Regressando de Cayo de Agua para Gran Roque, paramos em mais duas ilhas: Dos Mosquises e Sarquí e Espenquí (ligadas por um banco de areia). Ambas são belas, com mar calmo de águas translúcidas e areia branca e fina.

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Dos Mosquises: aqui há criação de tartarugas | foto: Ricardo Viana


10. Francisquí: a mais bela

Francisquí fica a 20 minutos de barco de Gran Roque. Na nossa opinião, a ilha mais bela. De águas muito calmas e rasas (pode-se caminhar pelos bancos de areia), é ainda excelente para a prática de snorkeling e  windsurf.

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Ilha Francisquí, a uns 20 min de barco de Gran Roque: talvez, a mais bela de Los Roques | foto: Ricardo Viana


11. Madrisquí

Antes de Francisquí, passamos por Madrisquí, a apenas 10 minutos de navegação. Ótima para banho e, também, com águas translúcidas. É ocupada pelas casas de veraneio de venezuelanos. Pelo trajeto, paga-se entre 25 e 30 BsF, ou seja, entre U$ 4 e U$ 6.

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Madrisqui: águas translúcidas | foto: Ricardo Viana

 

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Melhor época para visitar Los Roques

Sempre. O sol brilha praticamente o ano inteiro no arquipélago. Apesar da temperatura média de 30ºC, a brisa leve e constante torna o clima agradável.

Taxa

Ao desembarcar do avião, é preciso pagar uma taxa de preservação (já que a ilha faz parte do Parque Nacional), de U$ 22. Venezuelanos pagam a metade deste valor. Só ficamos sabendo da cobrança lá. Ninguém nos avisou em Caracas. Atenção: para maior tranquilidade, é melhor levar dinheiro para não precisar sacar no local. Afinal, há apenas um caixa eletrônico e, se der problema, sua viagem pode acabar.

Centrinho

Na praça Bolívar há uma farmácia, alguns restaurantes (nós almoçamos no La Chuchera – boa comida) e a única agência bancária – Banesco, de onde pode-se sacar dinheiro de cartões de crédito de diversas bandeiras. Abre das 8h às 12h e das 14h às 17h, de segunda a sexta; e das 8h às 12h, aos sábados. A agência LTA, que opera a maioria dos voos para a ilha, também fica na mesma praça. Importante: na hora de ir embora, os passageiros devem passar na LTA para despachar a bagagem, que é levada pelos funcionários até a pista de pouso. As ruas são todas de areia e as casas e pousadas são simples, quase todas sem água quente. Aliás, a água é bem racionada, por já ter havido problemas de abastecimento.
 

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Simone Rodrigues é jornalista e apaixonada por cinema e viagem. Registrou a viagem para Los Roques no blog viagem-losroques.blogspot.com.br.

Ricardo Viana é economista e tem a fotografia como hobby. Mais fotos da viagem podem ser conferidas em http://picasaweb.google.com/ricardo.viana.bsb.

 

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